Quando vivi a imensidão daquilo. Percebi q vivia tão intensamente que esquecia minha própria podridão. Percebia q conseguia pisar a diante. Sem medo algum. Percebia meus podres, minha falhas. E mesmo assim outro dia eu estava lá. Me julgando forte quando nada era. Então acabou. E fiquei ainda de pé movida pela esperança. E entao ela foi assassinada. O tempo passou e os sonhos deram lugar ao dia a dia, a prisão das paredes confortáveis de meu quarto. Eu adormecia e acordava. E toda aquela imensidão ja era fe um passado esquecido e tão distante quanto o proprio sol. Adoeci. Levada por meus passos à beira do abismo que era eu e ali fiquei. Na nao vida de viver a qual me cabe. E aqui permanecerei. Todos os sonhos ja estao quebrados em.mim, nao há nada a perder.
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