Sobre nós dois

sexta-feira, 20 de março de 2020

sábado, 14 de março de 2020

Ainda nak.chorei
E isso me assusta
Sou filha do osio e da fortuna
Quando as paredes do caos se assomam
Soi benevolência  maleficencia indecencia e poder fulgaz
Sou capaz de amar pq conheço o odio
E o aprisiono mesmo incapaz
Sou capaz de carinho mesmo q a dor seja meu capataz

Te dei todo o amor q nao devia
Te dei todo o suor q nao sabia
Te dei a mim e a meu todo e tudo mais
Quando era para mim mesma q devia me dar

quinta-feira, 5 de março de 2020

Emborborei a alma
Sussurrei a calma
So pra te dizer

Que mundo sempre teve sorte
E nunca foi morte 
So por ter vc

Eu desbotei a calma
Sussurrwi pra alma so pra te rever

Que tudo tem dos pares e nada
Posso ta calada mas é  sem querer

Que tuso é  sobre vida e morte
E nois tem a sorte é  de se rever

Pq o mundo ja deu volta
 e nessa revolta 
Encontrei vc

E tuso que acontece e nada
Tem semprw uma parada pra se entender

Seja maldicao ou sorte
Encontrei mwu norte 
Encobtrei vc

Seja nessa vidaou noutra
Sei que ja fui Pouca
Enganei  sorte 
So pra te rever

Achar luz no teu ombro 
E sem nenhum assombro 
Ser eu e vc




Nao entra
Do eterno quase nada
Se pode entender
A nao ser na propria morte
..... (completar)

Encontrando Deus quase sem querer






Abertos olhos
Nao mais veem,
Enxergam:
Fora
De si.
Abertos olhos,
Coitados,
Cegados!
Desde que
Nasci.

No dia em que nasci estava morto.
O oculto se desfez.
Só podia ver o fora. 
O fora q cega o dentro

segunda-feira, 2 de março de 2020

domingo, 1 de março de 2020

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

lagrimas da lua V

Deslizei por tabtas faces 
Mas em nenhuam vi a tua 
Face de luz prateada
Reflexo da luz da lua
Busquei sem encontro algum
Teu sorriso cansado
Teu cabelo suado
Teu rosto amassado
Esse motivo equivocado
Do amor q senti

domingo, 26 de janeiro de 2020

domingo, 19 de janeiro de 2020

tu não II

Eu sei. Q nada nos remendara 
Eu sei. Que tudo nos machucara 
Eu sei. Que amor já não há 
Teimei. Casa pra ficar. 
Teimei. Louça para lavar
Teimei. Lágrima para secar 

lágrimas da lua III

Eu não lembrei de ti
Nem de longe
Nem por um pequeno é mínimo instante!
Eu não lembrei de ti!
Meu desamor
É tal qual o quanto falo de amor 
É constante

sábado, 18 de janeiro de 2020

tu não I

Minha mente me trai
Assim como meu corpo
Teus toques doces 
Lascivos toques
Deliciosos e pervertidos
Toques
São o que são:
Toques.
Não tocam a alma
So reviram a calma
Gozo de dor
Bom e vazio
Queria um rio
Descendo das pernas
Gozo sem ar
Alma dançante 
Amor

lágrimas da lua II

Meu amor veio com tudo
Uma porrada insana dilacerando meu peito
Lembrei de gritos, 
Desespero,
E meu rosto frio
Lembrei da dor
Das lágrimas, 
Minhas próprias lágrimas inaceitáveis 
Da decisão,
Do distanciar.
Que dito amor este é?
De onde vem?
Acertara ela?
Pena
De
Morrer?

lágrimas da lua I

Eu não sei o q ela percebeu 
Mas dói 
Eu fingi não ver
Eu fingi não ouvir
Mas dói 
Ela percebeu ser
O que eu percebi 
Ser com ela
Mas a realidade
Não se faz como desejamos
A realidade
É só um punhado de ilusões  empilhadas
Eu não poderia dizer que a amo
Se tudo que sou É desamor 
Me digam deuses
É  só meu ego a amar?

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Hj assinei minha carta de morte.
Decidi viver
Decidi estar no agora
Abrir mão do passado
Nao desenhar o futuro 
Mas meu desejo de maltrata-lo
Foi maior q o desejo de ser feliz 
Contei.
Eu me amo?

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Juro q Achei q conseguiria
Juro que Achei q seria capaz
Juro!
Mas nem uma torta de limão vc faz
Quem dirá ser mais?
A runa diase. Volta atrás.
O tempo disse. Volta atrás.
O dinheiro disse. Volta atrás. 
Desista logo. Teu futuro.  
Volta atras
Um homem como ele nunca gostaria de mim
Não que eu o queria, mas é uma constatação
Nem eu ia querer a mim

Se vá

Eu disse q ele foi embora 
Não sei pq
Mas tbm sei
Já passou do tempo
Q Não vejo a hora
De estar sozinha
De Eu ir embora
Mas olho ao redor. 
Tudo o q tenho aqui
O teto q desenhei
A cama q escolhi
O escritório q tanto quis
Até a escada para subir
Os bichos q adotei
As horas q eu gastei
A vida a construí 
Eu indo embora
Tudo se desfaz
Ele indo embora
Tudo fica em paz
Aceitei-me vadia
Não por desejar ve-lo com outra
Mas por ser a outra de alguém
Aceitei-me
Outra vez procurando abrigo num riso falso
Outra vez alimentando meu ego com elogios antoniescos
Outra vez humilhando-me 
Em troca de vazias horas
De um amor vazio 

Desabafos tolos

Prometi a mim mesma não mais dizer em voz alta que a amava
Mas a amo tanto que chega doer.
E quando  sinto está dor, me pergunto se é mesmo amor
Quando penso em chorar por nós outra vez, com estes olhos alagados, 
Reflito nas palavras de um velho pervertido e sábio.
Sobe ao amor, sua realidade e  irrealidade. 
Através do amor, e só  dele pude aprender que nunca tinha sido amada.
Constatar isso me faz querer chorar um choro diferente,  destes que doem o fundo do olho.
Irá se casar, o riso de quem vai ver alguém velho, enquanto meu velho eu, cheio de ego se lamenta por não ser eu.
Nunca contestei ter nascido outro. Mas as vezes o desejo, grita inutilmente, Posto q nada mudaria.
Eu não sou o cavalo.
Nem o espelho.
Nem estou lá. 
Admitir isso, admitir q quem me ensinou o amor não está em meu destino
Quebra as barragens dos cílios 
De longe 
Tão longe
Na distância de um toque não dado
Eu lamento
Nao ter valorizado o amor q me foi dado
E hj retorna a seu verdadeiro dono.

sábado, 4 de janeiro de 2020

Abri os olhos para dentro de mim
Para meu próprio vazio 
Para minha própria solidão
Obrigado pelo abandono
Pelo grito
Pela mágoa 
Por rasgar meu peito
Na dor 
Descobri ser forte
Na dor
Renasci