Me entrego imensamente a esta forma de prazer. Sinto o erro e ainda sim tremo deliciosamente de ansiedade ante a teus olhos maldosos. Sua voz me maltrata e me acaricia. Eu tremo. Eu temo. Se mergulhar mais fundo não vou conseguir voltar.
sábado, 24 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Arrepio e quase desfaleço, sou flor cujas pétalas se desfazem entre seus dedos nodosos. Grito baixo, abafando meus lábios com minhas próprias mãos. Vc me completa e me devora, me sacia e me deixa faminta. Eu me desfaço de mim, eu me submeto, e baixinho peço que brinque comigo um pouco mais. Seu sorriso é desejo, seus lábios são carinho. Lhe roubo um beijo atrevido. Recebo castigo e de longe choro. Vc me disciplina e me afaga. Ah meu lorde, como o desejo cada segundo mais.
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
Como respirar se a cada arfar me sinto morta.
Como respirar se enfim a culpa me bate na face, a culpa q sempre me aperta a mao r eu sempre nego, como um amigo que nao posso apresentar a familia mas por quem tenho algum apreço. Ela hoje grita a todos quem sou de verdade. Expõe meu perfil, grita. Eu me despedaço ante a verdade q ela é. Eu morro mais uma vez. E desejo morrer tantas vezes mais. Mas vejo. Tao claro como tudo. Que morrer jamais seria o suficiente. Morrer a faria sofrer mais e mais. E a culpa mesmo pós morte. No.mundo etereo caso exista. Me perseguiria.
Hoje sequer vazio sou. Só nao existo em minha existência falha. Envolta num mantra de nao nao querer existir
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Outra vez a olho nos olhos e enxergo vazio. Ela se deteriora como um buquê guardado encima do armário por muitos anos. Percebo a cada dia uma última vez. E lamento ser nada, e nada poder. Me despeço assim como faço com um homem de quase um século. A cada sorriso julgo ser o último. Morro enquanto a vejo morrer em vida. E ao invés de levanta-la. Enfraqueço e me preparo. Cedo ou tarde virá a pá de terra. E culpa será minha.