Sobre nós dois

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Como respirar se a cada arfar me sinto morta.
Como respirar se enfim a culpa me bate na face, a culpa q sempre me aperta a mao r eu sempre nego, como um amigo que nao posso apresentar a familia mas por quem tenho algum apreço. Ela hoje grita a todos quem sou de verdade. Expõe meu perfil, grita. Eu me despedaço ante a verdade q ela é. Eu morro mais uma vez. E desejo morrer tantas vezes mais. Mas vejo. Tao claro como tudo. Que morrer jamais seria o suficiente. Morrer a faria sofrer mais e mais. E a culpa mesmo pós morte. No.mundo etereo caso exista. Me perseguiria.
Hoje sequer vazio sou. Só nao existo em minha existência falha. Envolta num mantra de nao nao querer existir

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