Sobre nós dois

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Atico
Otimo
Fatimo!

Hoje vi um homem sem um dedo. Ele chorava, um choro so seu, olhos marejados. Me peguei perguntando a quanto tempo o homem tinha sem dedo. As faixas na mao eram secas, mas estavam ali, assim como a vergonha. O esconder da parte faltante no bolso direito 
Pode ser que elw chorrasse pelo jogo dk brasil, pela esposa que o traia oubpelo chefe escroto. O q importava era que ele chorava. E bem. Ele nao tinha um dedo.
Polegar. Exatamente o dedo que o o tornavahumano neste mundo de macacoa urbanos.
Macacos. O pensamento soa pesaso. Acido. Mas, era o contexto. Pendurados, como.em galhos. Balança vamos sobre os trilhos de ferrp  uma gaila tambem de ferro. Macacos de circo
Vindos da jornada escrava que so findaria apos a morte do Eu ou a morte do corpo. Para, apos o balanço, jantar bananas, ver propagandas e dormir um sono tolo. Pra acordar para o novo balanço. O novo dia de piruetas tortas e cambalhotas rasas. Em riscos baratos, e risos nada gratos. Na tola inocencia do jogo da sorte, apostando, dia a dia, 1/10 dos nodosos e indiacansaveis dedos da mao

Ele.me mata por dentro por fora por cima e a diante. Eu moreo de dentrp de fora por cima e a diante
.a cada dia
É novo instante
A cada dor é novo amamte
Apego cwgp
Que me sustemta
Quem sabe a ira
Quem sabe o odio
Quem sabe a dor
Que o alimenta
Alquimicamente
Se torne pilula que desce, sufoca rngasga
Mas para
Tanta tormenta

Pela primeira vez nao sinto o amor pulsando dentro de mim
Como essa coisa viva, palpavel q ele é
Nao espero a chiva no rosto
O tremer das pernas
O tocar de uma cançao
So há angustia

A obviedade das minhas fraquezas me destroça.

Que mal há
Em ser o poeta das lagrimas?
O poeta da dor,
Da solidao que amarga,
Solidao auto imposta,
Solidao cercada.