e ele repete tais palavras. excito-me ao ouvi-las. e assim respondo sua suplica. o faço, justo. de forma que não se mova sem que este seja meu desejo, ali, privado do movimento e da visão, sente que me dispo para o banho e ouve a guá do chuveiro cair. deixo assim, com o som do meu banhar, e quando acabo.. o chuveiro permanece ligado os segundos necessários para que ponha em seus ouvidos o fone cuja musica é alta demais para que ouça meus passo ao seu redor. quero desnorteá-lo. visto-me então na pele da Deusa. colada calça de courinho, espartilho negro como meu chicote... a mascara vermelha sobre a face e o batom do mesmo tom, meus saltos entram no conforme, sou escarlate. cheiro de longe seu corpo, e julgo que precisa de um banho. o chuveirinho intimo ira servir, o jato de água gelada acerta o corpo ainda vestido e amarrado, é frio, e impiedoso. divirto-me. se ensaboa como pode com as mãos atadas, e dança como quero, seu atrapalhamento alimentando o chicote. e então o enxáguo, o seco sem de fato toca-lo. parece menos impuro agora. o arrasto para fora obrigando que salteie. na sala o obrigo a cair no chão, com um chute leve e divertido. tiro sua mascara para que me veja, enfim, e me ouça ja sem os fones. o desamarro. e digo que espere em nadu. bonita cena de se ver. sento sobre a cama e abra minha mala. tantas coisas interessantes a se brincar, as arrumo alinhadas... excitada a tocar em cada uma delas. peço que engatinhe ate meus pês e ali permaneça deitado. beijando o sapato e o lambendo com devoção enquanto jogo algum jogo no telefone. quando me entendio.. peço que se levante, rode e desfile seu corpo esquálido na minha frente, a roupa molhada e colada na pele. então ordeno que dispa-se... apos beija-lo na testa e agradecer pelo serviço em meu salto. é hora de ver minha princesinha...
Rodopie para mim, peço, e depois entrego-lhe o livro. de uma ponta a outra, como o mandei treinar... ele desfila, a cada queda deve somar 3 palmadas as que vai levar. e me divirto quando erra e quando acerta me tremo de orgulho. quando cessa o castigo, deitado em meu colo, a saia levantada, a raquete em minha mão, e enquanto geme a cada pancada, ou com o contato do meu corpo, somo uma pancada a mais. sem carinho entre elas. quando abunda vermelha esta o suficiente, paro, a mao a amacia, devagar. mas ainda cruel o mando sentar no chão, para a dor se expandir ainda por mais ttempo.