Sobre nós dois

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Na pele da Deusa

Entre e se assente, respire. um gole de água é bom ate mesmo para vermes atrasados. Beije meus pés descalços, um selinho puro que não os quero babados e nojentos de saliva. agora me siga. espero que esteja de banho tomado, se não estiver terei de limpar sua imundice. Segue-me e sente ao vaso, sobre a tampa. bom, assim me parece perfeito. Fique.
Volto então, cedo ou trade, despreocupada de demorei muito ou não. a corda esmeralda na mão, e uma venda negra, quase uma mascara, que só deixa os lábios a mostra.  peça.
- ata-me deusa.
 e ele repete tais palavras. excito-me ao ouvi-las. e assim respondo sua suplica. o faço, justo. de forma que não se mova sem que este seja meu desejo, ali, privado do movimento e da visão, sente que me dispo para o banho e ouve a guá do chuveiro cair. deixo assim, com o som do meu banhar, e quando acabo.. o chuveiro permanece ligado os segundos necessários para que ponha em seus ouvidos o fone cuja musica é alta demais para que ouça meus passo ao seu redor. quero desnorteá-lo. visto-me então na pele da Deusa. colada calça de courinho, espartilho negro como meu chicote... a mascara vermelha sobre a face e o batom do mesmo tom, meus saltos entram no conforme, sou escarlate. cheiro de longe seu corpo, e julgo que precisa de um banho. o chuveirinho intimo ira servir, o jato de água gelada acerta o corpo ainda vestido e amarrado, é frio, e impiedoso. divirto-me. se ensaboa como pode com as mãos atadas, e dança como quero, seu atrapalhamento alimentando o chicote. e então o enxáguo, o seco sem de fato toca-lo. parece menos impuro agora. o arrasto para fora obrigando que salteie. na sala o obrigo a cair no chão, com um chute leve e divertido. tiro sua mascara para que me veja, enfim, e me ouça ja sem os fones. o desamarro. e digo que espere em nadu. bonita cena de se ver. sento sobre a cama e abra minha mala. tantas coisas interessantes a se brincar, as arrumo alinhadas... excitada a tocar em cada uma delas. peço que engatinhe ate meus pês e ali permaneça deitado. beijando o sapato e o lambendo com devoção enquanto jogo algum jogo no telefone. quando me entendio.. peço que se levante, rode e desfile seu corpo esquálido na minha frente, a roupa molhada e colada na pele. então ordeno que dispa-se... apos beija-lo na testa e agradecer pelo serviço em meu salto. é hora de ver minha princesinha...
quando somente de cuecas se encontra, o analiso. a ponta de uma régua passando pelas costas, coxas, bíceps.. estando de bom grado. apresento-lhe o vestido, rosa claro, as presilhas de cabelo... espero que se vista, com a delicadeza necessária, a cada erro, a cada movimento brusco, o faço parar e recomeçar. e então quando enfim estiver ao meu grado.. peço que se ajoelhe a minha frente. a coleira de perolas esta separada, assim como o batom. fique em colar-me, eu exijo... e sorrindo se poe a minha frente. eu passo com extremo desejo a coleira por sua nuca e a fecho, não apertada demais, mas o suficiente para que se lembre de sua posição. beijo sua testa. beijo a ponta do batom e o passo por seus lábios, rosados ficam e me agradam de tal forma que quase gemo de prazer...
Rodopie para mim, peço, e depois entrego-lhe o livro. de uma ponta a outra, como o mandei treinar... ele desfila, a cada queda deve somar 3 palmadas as que vai levar. e me divirto quando erra e quando acerta me tremo de orgulho. quando cessa o castigo, deitado em meu colo, a saia levantada, a raquete em minha mão, e enquanto geme a cada pancada, ou com o contato do meu corpo, somo uma pancada a mais. sem carinho entre elas. quando abunda vermelha esta o suficiente, paro, a mao a amacia, devagar. mas ainda cruel o mando sentar no chão, para a dor se expandir ainda por mais ttempo. 

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Suas mãos desejando outros corpos enquanto.meus dedos só desejam o seu. Respiro ofegante enquanto espero que seu prazer seja feito em real. Enquanto.gueaso meus prazeres para mim e os escondo antes que tudo vire ruínas é dor.. um.dia me perguntaram o que eu faria se este caminho volta não tivesse. Eu ri. Pois meu amor era pó e cinza. Mas da fênix hj está renascido,  e minha alma se quebra por tê-lo prendido numa teia traçada com meus próprios dedos. Os mesmo dedos que hj trancam a corda desejando que fosse vc dentro dela. Sentindo -se abraçado e tocado. Exposto e  excitado. Com as novas sensações que Eu e só Eu queria lhe proporcionar. Mas silêncio. Submissa. Aceito a coleira a qual pedi é supliquei ganhar.. submeto-me de alma. Pois teu prazer deve ser meu prazer
E meu prazer sempre é sempre ser a servi -lo. Mesmo q para isso eu veja em.outro ventre ser gerado o q o nego. Sou tua. Queria q o soubesse. Queria a ti bastar. Mas silêncio. Sou tua, de joelhos outra vez mais. Ao.teu dispor.