Queria chorar em seus braços agora.
Em silêncio sentir seu cheiro e me acalmar.
Queria olhar em teus olhos e nada dizer
Somente sentir tua barba roçar minha mão
Com seu beijo doce e delicado
Queria sentir teu peito subindo e descendo
Prova do teu respirar
Queria enlaçar meus braços em teu pescoço
e ali permanecer.
Queria voltar no tempo.
Desfazer o tempo.
Pra moldar um mundo
Que so tenha eu e vc
quarta-feira, 18 de abril de 2018
segunda-feira, 16 de abril de 2018
sábado, 14 de abril de 2018
Sonho em conto 3
Eu desviava meus olhos dos teus, em manto de vergonha, mas minha mão se elaçava a tua, velhos e novos conhecidos éramos nós dois. Teus olhos, piscinas de segredos q eu queria desvendar, me encaravam enquanto como um casal apaixonado rodavamos no labirinto daquele lugar. Tua mão aquecia a minha, tua voz me saudava os ouvidos, mas teus olhos, me acariciavam sorrindo. Eram como imãs, que atraiam minha boca para a tua, mas eu hesitava, boba menina.
Te encontrei nos meus sonhos esta noite
Havia eu cruzado o oceano em meu vestifo bordado somente pra te ver de longe, teu sorriso sem graça através de uma janela.
Vc era mais importante q a paisagem historica, que o por do som magnifico. Seu sorriso era o q meu flash queria capturar... Você me percebeu, ao longe e ao inves de brigar seus olhos brilharam vergonhosos. Ria da minha loucura, e eu ria de volta louca por você. O vento frio bagunçava que meus cabelos era o mesmo que roçava em seu rosto levando até você um beijo jogado.
As águas de uma cidade de sonho alagada como a propria Veneza riscavam tudo com o reflexo alaranjado do sol poente, destacavam ainda mais suas bochechas rosadas de frio, seus labios vermelhos e carnudos, pequenos lábios que detém a chave do Paraíso..
E eu a longe, me saciando com sua imagem, enquanto o que mais desejava era toca-lo, afundar meus dedos em tua barba macia, sentir seus lábios em minhas mãos, nuca, face e finalmente entre os meus, naqueles beijo so nosso, capaz de parar o tempo e me fazer sonhar assim contigo... Deste jeito tão real.
sexta-feira, 13 de abril de 2018
Acordar sem teu bom dia.
Perceber que a semana de sonhos terminou.
Respirar fundo e engolir o choro.
Perceber que a febre me privou da despedida.
Olhar tua foto. Lembrar tua voz.
Querer teu abraço. Deitar em teus braços.
Cheirar a camisa q ainda detém teu cheiro.
Chupar a bala que guarda o gosto do nosso beijo.
Esperar teu chamado. Esperar...
Te amar em secreto.
Baby, como eu queria..
Ter ido nesse avião.
terça-feira, 10 de abril de 2018
segunda-feira, 9 de abril de 2018
sábado, 7 de abril de 2018
sexta-feira, 6 de abril de 2018
Sonho em conto I
Ele sorriu pra mim. Entao nosso olhos se cruzaram.. Foi como a lua se alinhando com o sol. Meu mundo era eclipse e so havia nós dois. Congelamos. Um beijo sem graça no rosto... A barba dele em.minhas bochechas.. Sensaçao inevitavelmente boa. Me senti pequena ao seu lado, mas de imediato percebi q o encaixe era perfeito.. O ate mesmo o riso nervoso de nós dois soava perfeito junto.
O.toque suave das suas mãos quentes. Enlaçando meus dedos numa carícia silenciosa como vc.. Seu olhar encontrando meu olhar, me fazendo sem graça, me fazendo menina. Teu sorriso meigo, sua pele quente. Tua mao em minha cintura, teu carinho. Doce. Como seus lábios. Seus dedos em.meu rosto... Seu hálito em meu pescoço... Sua voz dizendo meu nome. Sua língua envolvendo a minha... A ternura desejosa do teu toque. Arrepio.
Meus pensamentos se perdem. Minha mente é quase algodão. Nuvem carregada de eletricidade que salta e que dança. E que balança o meu sistema. O meu teorema de amar.
Reviro os olhos, acordo e respiro fundo. Estou leve como se fosse tudo sonho. Mas ainda ha teu cheiro. Perfumado cheiro doce... Quase palpável. Como tuas mãos.
Outra vez me sinto louca. Me sinto tola. Adolescente. Inconsequente. Como diz a musica meu peito trovoa... Sou tempestade de verão.
Sou tudo ao mesmo tempo e nao sou nada agora q vc se vai.
terça-feira, 3 de abril de 2018
27
E ainda sim infeliz, num dia em que assoprei as velas de outro alguém, sem entusiasmo ou ânimo. Ainda perdida. Ainda lamentável. Ainda inútil como sempre fui. Na testa o carimbo da idade, da imbecilidade de ter deixado o tempo passar e so assisti-lo. Reles expectadora sa própria deturpada existência. Da infinita e covarde existência.