A sola dos meus pés arde
E meus olhos vertem lágrimas
Nao de dor. Nao de prazer
Vejo q o encanto se quebra aos poucos
Que meu sacrifício em nada abranda
Seu sadismo se mostra em sua indiferença
Natural indiferença e silêncio
Abaixo a cabeça finalmente escrava
Fadada a um triste destino
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