Hoje compreendo quando a anos me disseram. Não quero morrer. Somente desisti de viver. Nao quero comer, nao quero dormir, nao quero sorrir. E eu ri sem entender o tamanho daquela confissão. Agora, no entanto a compreendo tao profundamente que me assusto. Sobrevivo. E espero me afogar, não esperar nada do futuro é como parar de bater os braços ante a corrente. Nao tenho pq me salvar.
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