Quando em tuas mãos estremeço. Esqueço. Dispo-me da dor e do medo. Deixando escorrer por minhas pernas teus dedos e em meu grito a ansiosa agonia. Desespero. Me entrego. Mas segundo após sou tristeza. Sou rio seco. Sou peixe que se debate sobre a lama. Arrependo-me. Mas não choro. Guardo em mim. Grito promessas. Mesmo sabendo, que outra vez mais estremecerei em tuas mãos.
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