Há sempre aquela tristeza que corrói. Que atormenta. Que te desperta para dentro de si, pro seu vazio sombrio, pro seu olhar vidrado. A tristeza que nao se esvai com momentos bons, com sorrisos ou dados rolando sobre a mesa. A tristeza metamorfa, que navega entre os motivos que a alimentam e que no fim é a mesma. Ácido que perfura a carne da alma. Chama que queima o tabaco. Pura e interminável tristeza.
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