Horas assim. Quando só o vento fala. A escuridão me fita enquanto o jardim cricrila. Sinto medo. Desespero. Choro. Ninguém ouve. Ninguem vê. Mimha mente me afoga, das certezas da minha inutilidade. Eu corro. De mim para mim. Eu caio. Em mim para fim. O fim. Por que nao cabe a mim?
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