Poemas q nascem, como as folhas vermelhas da minha roseira, timidas letras que se unem em revelação, que brotam sugando da terra a força motriz. Alimentados pelos mesmos raios do Sol q te ilumina. Poemas matreiros. Discretos e incertos. Como os pequenos botoes em formação, pequenos como as primeiras palavras que trocamos. Como os primeiros risos que rimos. Pequenos como o gesto que precede seu toque, ou o olhar macio q vc despos sobre minha pele no segundo ante ao beijo. Pequenos como eu em teus braços, frágil como este amor incorreto e tão concreto.
Somos rosa na terra. Mais q uma lembrança, uma memória viva.
sexta-feira, 15 de junho de 2018
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