A parede as minhas costas era camurça cinza e grossa. Mas teu sorriso a minha frente era libertino, ergui os braços instintivamente, como a escrava bem treinada que espera o atar dos nós. Deslizou os dedos por eles e tomou meu rosto. Seu beijo ainda manso diante do meu desesperado. O calor de seu corpo me pressionando contra a parede levemente áspera, suas mãos em minha nunca causando um incêndio por meu corpo. Gemi. Um gemido timido e baixo. Que te inflamou de desejo. Suas maos encontaram minha bunda, encaixe perfeito. Seus dedos grossos como sua voz causaram uma excitação sem limites. Meus beijos ja nao eram so desesperados mas alucinados. Se dissesse a mim: fique. Seria sua para sempre. Mas vc era silêncio, seus labios beijaram meus seios docemente, suas mãos o abrigaram, novas e ao mesmo tempo conhecidas mãos. Me desfiz quase desabando quando senti seu desejo pulsar, e pulsar cada vez mais. Queria tua e cada vez mais tua. IMinha mão sentiu teu calor entre os dedos. Nos entregamos... Adrenalina. Voltei para casa melada. Nunca mais viveria do mesmo jeito.
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