Uma pilha de erros. Uma montanha de vazio. Fria. Egoísta. Imbecil. Enquanto corpos caem ao meu redor eu danço, giro, finjo nao ver. Piso, são só cadáveres, e o caixão é de mogno como a parede do meu quarto. E eles caem como dominó. Eles caem e eu sigo em frente sem olhar pra trás. Pois sou como sou, um soco, uma coluna, um desespero. Depois penso que depressão e não poder sonhar.
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